Enfeites de Natal com Azevinho e Bagos Vermelhos Rojo, 30 cm (4 unids)
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A decoração de Natal é tudo o que veste a casa em dezembro para além da árvore e das bolas: as árvores decorativas de mesa e de parede, as grinaldas, as saias que cobrem a base do pinheiro, os calendários e os tabuleiros do advento, e as peças de madeira natural que rematam um hall de entrada ou uma mesa. Na you.florist tratamo-la como o complemento do nosso catálogo floral: o que acompanha o centro de mesa, o ramo da época ou a planta que já escolheu para esta quadra. Na nossa seleção há três maneiras de trazer a árvore para casa sem montar um pinheiro inteiro. A silhueta de madeira sobre base assenta bem numa mesa ou numa prateleira; a estrutura metálica dourada, de linhas minimalistas, encaixa num corredor estreito; e a árvore de parede em ripas com estrela foi pensada para apartamentos onde não sobra um metro quadrado. Ao lado convivem a saia de estrelas, que esconde o pé e os fios do pinheiro, a grinalda de flocos de neve para um corrimão ou o aro de uma porta, o trenó de madeira natural como tabuleiro decorativo, e os ramos artificiais — azevinho com bagas vermelhas, coral em cobre com efeito de geada — que se espetam diretamente num centro de flor natural para lhe dar ar natalício sem refazer nada. O advento tem lugar próprio: o calendário de casinhas e o tabuleiro preto sobre o qual se monta a coroa das quatro velas dos domingos. São as duas peças que marcam a contagem decrescente e que, ao contrário das restantes, se põem no início de dezembro e se vivem todos os dias até à Consoada. Na hora de escolher, pense primeiro no sítio e só depois na peça. Num apartamento pequeno, uma árvore de parede ou uma silhueta de mesa dão o Natal sem ocupar chão; numa casa com pinheiro a sério, a saia e a grinalda rematam o que já tem; e se quer que a mesa da Consoada tenha algo diferente, um tabuleiro de advento com velas e uns ramos de eucalipto natural fica melhor do que qualquer enfeite pendurado. Os ramos artificiais são o trunfo disto tudo: duram anos e reaproveitam-se em dezembro seguinte num ramo diferente. Para que aguentem de um Natal para o outro, guarde a madeira e o metal embrulhados em pano ou papel e longe da humidade, e não empilhe peso sobre os ramos artificiais, porque o efeito de geada solta-se com o atrito. Na you.florist enviamos em 24-48 horas para Portugal, Espanha e França, a tempo de vestir a casa antes de começarem os jantares.
A data tradicional é 8 de dezembro, dia da Imaculada Conceição e feriado, e é aí que muita gente aproveita para montar a árvore e o presépio em família. Há cada vez mais quem antecipe para o primeiro fim de semana de dezembro ou para o fim de novembro. O advento é a exceção: o calendário e a coroa das quatro velas começam no primeiro domingo do advento, no final de novembro, porque a graça é mesmo a contagem. Tira-se tudo no Dia de Reis, a 6 de janeiro — há quem diga que tirar antes dá azar.
É um tecido circular que se coloca na base do pinheiro, à volta do tronco. Faz três coisas: esconde o pé de plástico ou metal e os fios das luzes, apara as agulhas que a árvore natural vai largando e dá um remate visual ao conjunto. É também onde ficam os presentes até à noite da Consoada, por isso escolha um diâmetro que ultrapasse a copa da árvore.
As peças que não ocupam chão: uma árvore de parede em ripas pendura-se como um quadro e quase desaparece contra a parede, e uma silhueta de madeira sobre base cabe em qualquer prateleira ou mesa de apoio. Uma grinalda no corrimão ou no aro da porta traz o Natal sem roubar espaço. Vale mais uma peça bem colocada do que várias pequenas espalhadas, que dão ar de carregado.
O mais simples é espetar um ramo artificial — azevinho com bagas ou coral em cobre com efeito de geada — diretamente num centro de flor natural ou num ramo da época: dá o toque natalício sem ter de refazer o arranjo. Na mesa, um tabuleiro de advento com velas e uns ramos de eucalipto fresco resulta muito bem, porque junta o brilho da vela ao verde natural, e o eucalipto aguanta o jantar todo sem água.
O calendário tem 24 casinhas e abre-se uma por dia, de 1 de dezembro até à Consoada; é o formato pensado para os miúdos. A coroa do advento, montada sobre um tabuleiro, segue a tradição das quatro velas: acende-se uma em cada domingo das quatro semanas antes do Natal, e costuma decorar-se à volta com verde natural, pinhas ou bagas. Um conta dias, a outra conta semanas.
A madeira e o metal aguentam bem se os embrulhar em pano ou papel e os deixar num sítio seco: a humidade de uma arrecadação levanta o verniz e oxida o metal. Nos ramos artificiais o inimigo é o atrito, não a humidade, porque o efeito de geada solta-se se lhes puser peso em cima; guarde-os no topo da caixa ou dentro de um tubo de cartão. A saia da árvore, dobrada sem apertar, para não marcar os vincos.