Amaranthus Preservado Rosa, Flor preservada de 50-80 cm de comprimento
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O amaranto preservado é uma flor em espiga tratada para manter a sua textura densa e a sua queda dramática durante anos, sem água nem cuidados. Provém do género Amaranthus, uma planta de inflorescências muito densas que agrupam milhares de florzinhas minúsculas em espigas grossas e aveludadas. Consoante a variedade, essas espigas pendem em cascata ou erguem-se em penachos verticais, e essa dupla forma é precisamente o que a torna tão reconhecível na floricultura. A variedade pendente, conhecida popularmente como cauda de raposa ou amor-escondido, produz cachos longos que caem na vertical e trazem movimento a qualquer arranjo. A preservação estabiliza a planta natural com glicerina e costuma fixar ou realçar a cor, porque o amaranto perde intensidade ao secar sozinho. O resultado conserva aquele toque felpudo e flexível tão característico, sem a fragilidade da flor seca: as espigas não se esmigalham com facilidade e mantêm o seu volume e o seu peso visual. Nesta categoria vai encontrar variedades reais com usos muito distintos. O amaranto grená oferece o tom clássico, profundo e elegante, ideal para composições de outono e de ar boho. O amaranto vermelho traz um vermelho mais vivo e quente, perfeito para arranjos de Natal e ramos com carácter. O amaranto branco dá um tom creme suave que acrescenta textura sem carregar de cor, muito usado em decoração neutra e casamentos. E o amaranto verde claro soma um verde tenro pouco habitual, que combina bem com folhagem preservada e paletas naturais. O seu uso na floricultura aproveita sobretudo a textura e o movimento. As variedades pendentes colocam-se na borda de um ramo ou centro para criar queda e quebrar a silhueta rígida; as eretas dão altura e estrutura. O amaranto combina com rosas preservadas, hortênsias, espigas, pampas e folhagem como o ruscus ou o eucalipto. Usa-se em ramos preservados, coroas, centros de mesa, arcos de casamento, toucados e arranjos suspensos, e é muito apreciado em decoração de estilo boho e campestre pelo seu ar silvestre. Quanto à durabilidade, o amaranto preservado dura vários anos em interior, sem água nem luz direta. É resistente, mas as suas espigas densas acumulam pó com facilidade: convém limpá-las com um sopro de ar frio suave e evitar tocar-lhes em excesso. Proteja-o da humidade alta, que pode amolecer as espigas, e do sol direto, que apaga a cor, especialmente nos tons tingidos como o vermelho ou o verde. Não é adequado a exterior exposto nem para pôr em água. O nome amaranto vem do grego amárantos, que significa aquele que não murcha, e não é por acaso: já nas culturas asteca e inca era um cultivo sagrado, apreciado tanto pelo seu grão comestível como pelo seu simbolismo de vida que perdura. Essa carga simbólica, aliada à sua resistência real, tornou-o uma flor recorrente em arranjos pensados para durar. Na floricultura convém distinguir bem os seus dois formatos: o pendente, de cachos longos que caem e trazem drama e movimento, e o ereto, de espigas rígidas que sobem na vertical e estruturam o ramo. O grená é o tom estrela do outono e de datas como o Dia de Todos os Santos pela sua profundidade, enquanto o branco e o verde suavizam paletas neutras e campestres. Combinado com pampas e espigas, define esse estilo silvestre e desestruturado tão procurado hoje. Na you.florist trabalhamos o amaranto preservado pela sua textura única e pela sua queda natural, que nenhuma flor artificial reproduz igual. É flor real tratada, não plástico, e aguenta o que o amaranto fresco não aguenta, pois este mal dura uns dias. Indicamos que variedades conservam a sua cor natural e quais estão tingidas, para que escolha consoante o seu projeto e monte arranjos com a certeza de que vão durar.
Vários anos em interior sem água nem luz direta, face aos poucos dias que aguenta o amaranto fresco. A preservação com glicerina estabiliza as espigas e evita que se esmigalhem. Proteja-o da humidade alta e do sol direto para que conserve a sua textura e a sua cor.
Sim. Cauda de raposa é o nome popular do amaranto de variedade pendente (Amaranthus caudatus), também chamado amor-escondido. Produz cachos longos que caem na vertical e trazem movimento. As variedades eretas, por sua vez, formam penachos verticais que dão altura e estrutura.
Depende da variedade. Os tons grená e branco podem conservar uma cor próxima do natural realçado, enquanto o vermelho vivo e o verde claro costumam tingir-se durante a preservação, porque o amaranto perde intensidade ao secar. É flor 100% natural com a cor fixada de forma estável.
Não. O amaranto preservado não deve pôr-se em água nem regar-se: a humidade amolece as espigas densas e degrada a glicerina. Usa-se em seco, em jarra sem água ou diretamente no arranjo. Basta mantê-lo em interior, longe da humidade e do sol direto.
As suas espigas densas e aveludadas acumulam pó com facilidade. O melhor é limpá-las com um sopro de ar frio suave, um secador em frio a baixa potência ou um espanador, sem esfregar nem tocar em excesso. Evite a água e os produtos de limpeza, que podem manchar ou amolecer as espigas.
Pouco se for cuidado. A cor fixa-se durante a preservação, mas o sol direto e a humidade podem apagá-la lentamente, sobretudo nos tons tingidos como o vermelho ou o verde. Em interior e longe de janelas soalheiras, o amaranto preservado mantém o seu tom durante vários anos.
Sobretudo pela sua textura e pelo seu movimento. As variedades pendentes criam queda na borda de ramos e centros, quebrando a silhueta rígida; as eretas dão altura. É habitual em decoração boho e campestre, e combina com rosas, pampas e folhagem preservada em ramos, coroas e arcos.